24 de abril de 2018

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Parece uma coisinha simples de ser resolvida, mas essas duas siglas tem se tornado grande vilões em processos trabalhistas nas mais diferente empresas de todo o Brasil. Os famosos VT (vale-transporte) e VR (vale-refeição) são o foco dessa postagem do Blog Gestão em Recursos Humanos. O que podemos fazer e como proceder em cada situação?

Vamos começar pelo VT (vale-transporte):

A MP 280/2006 permitia, a partir de 01.02.2006, o pagamento do benefício em pecúnia (dinheiro). No entanto, a referida MP foi convertida na Lei 11.311/2006, a qual vetou a alteração do art. 4º da Lei 7.418/85, mantendo a proibição da concessão do VT em dinheiro. Embora a legislação estabeleça que o fornecimento do VT não nem natureza salarial e nem constitui remuneração para base de cálculo de INSS, FGTS ou IRF, é vedado ao empregador substituir o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento, salvo se houver falta ou insuficiência de estoque de vale-transporte (dos fornecedores) necessário ao atendimento da demanda e ao funcionamento do sistema.

Portanto, só caberá o pagamento em dinheiro se o empregado tiver efetuado, por conta própria e por insuficiência de estoque do fornecedor, a despesa para seu deslocamento, situação esta em que o empregado poderá ser ressarcido pelo empregador, na folha de pagamento imediata, da parcela correspondente.

Não obstante, a Jurisprudência entende que, por força do art. artigo 7º, inciso XXVI da Constituição Federal (reconhecimento dos acordos e convenções coletivas), uma vez estipulado na convenção coletiva da categoria, respeitado os limites determinados por lei e a não vinculação ao salário, o vale-transporte pode ser pago em dinheiro.

E agora, vamos falar do famoso VR ou VA (vale-refeição ou vale-alimentação):

A lei estabelece que "além do pagamento em dinheiro, compreende-se no salário, para todos os efeitos legais, a alimentação, habitação, vestuário ou outras prestações 'in natura' que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente ao empregado. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas." Para que o valor correspondente a alimentação, não seja considerado salário, o empregador e a empresa fornecedora devem estar inscritas no PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador), conforme artigo 214, § 9.° do Decreto 3048/99. Segundo a Legislação do PAT, o benefício concedido ao trabalhador não poderá ser dada em espécie (dinheiro).

Dentro do Programa tem várias modalidades que poderão ser adotadas pela empresa. Confira aqui o link direto para o PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador).

Agradecimento a equipe da empresa Assercon.

23 de abril de 2018

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Depois do sucesso de acessos que foi a postagem especial "O que um gestor em recursos humanos faz?". Postagem da qual surgiu pelas mais diversas dúvidas e sugestões de assuntos para estudos recebidos aqui no Blog de Gestão em Recursos Humanos, (aproveito para agradecer pela participação de todos os leitores).

Vamos ao ponto inverso. Irei apontar nessa postagem de hoje, o que o gestor faz, mas não deveria fazer. Confira comigo e aproveite para corrigir a sua postura perante a sua equipe.

Muitos são os profissionais que acreditam ser fácil: ser gestore de uma equipe. E com isso, acabam diminuindo e menosprezando essa profissão que pode salvar um organização. Dentre as mais diferentes atitudes que um gestor não deve tomar, vou apontar abaixo as cinco atitudes (erros) mais comuns em gestores de recursos humanos.

  1. Deixar de ser exemplo. Isso mesmo! Um dos pontos negativos na postura de um gestor de recursos humanos é acreditar que não está inserido como parte daquela equipe, com isso, ele pode faltar e causar malefícios que não permite que a equipe também os faça.
  2. Estabelecer diferenças pessoais entre os integrantes. Um fator bastante comum nos mais diferentes tipos de empresas, a diferenciação de comportamento e atendimento aos colaboradores, de acordo com a afinidade ou laço familiar é bastante presente no contexto organizacional no Brasil. E isso faz desse item, o segundo sintoma mais venenoso de um gestor mal intencionado.
  3. Propiciar um clima "pesado" entre os colaboradores. Parece mentira, mas não é. São inúmeros os gestores que apostam suas poucas fichas sobre gestão de pessoas em métodos jurássicos de competição pesada e fria entre os colaboradores da equipe, desequilibrando qualquer tipo de valor, união e espírito de equipe.
  4. Criar prêmios somente financeiros. Todo bom aprendiz de recursos humanos já sabe, mas sempre vale lembrar: dinheiro não compra tudo, muito menos bons colaboradores. É claro que você precisa ter um benefício financeiro de acordo com o perfil profissional que possui, mas apostar todos os resultados como moeda de troca por valor, não irá lhe trazer envolvimento, empenho e unidade com a equipe. Pense em trabalhar reconhecimento, responsabilização e você verá que alguns colaboradores irão mudar o comportamento com você.
  5. Intimidar os colaboradores. Parece uma coisa tão anos 80, mas saibam que isso acontece até hoje. São muitas as equipes que são forçadas a trabalhar sobre a ameaça de desemprego ou advertência. Aquela famosa frase: Faça assim ou passa no RH. Isso não funciona mais! Saiba que o contexto atual está cheio de vagas para bons colaboradores e no momento que ele cansar dessas ameaças acabará saindo naturalmente. Ao invés de intimidar, que tal desafiar, instigar, envolver e trabalhar habilidades extras?
É claro que após ler essas maldades que muitos gestores ainda fazem com suas equipes, você deve ter lembrado de mais alguns, compartilhe conosco e vamos juntos mudar (de vez) o modo como os gestores estão trabalhando com as nossas equipes.


20 de abril de 2018

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Aquela postagem estilo sexta-feira, hahahaha. Hoje não vamos falar de técnicas, de recrutamento ou de avaliação de colaboradores. É sexta-feira! Para muitos, pode ser o último dia da semana de trabalho, mas com certeza sobra um tempinho para refletir com a sua equipe numa visão mais global: vida pessoal + vida profissional = felicidade.

Segue abaixo um plano bastante interesse que pode ser seguido por pessoas de todas as áreas, para equilibrar sua vida e trazer ainda mais felicidade na vida que você anda levando.

  1. Faça o que é certo, não é o que fácil. O nome disso é Ética.
  2. Para realizar coisas grandes, comece pequeno. O nome disso é Planejamento.
  3. Aprenda a dizer "não". O nome disso é Foco.
  4. Parou de ventar? Comece a remar. O nome disso é Garra.
  5. Não tenha medo de errar nem de rir dos seus erros. O nome disso é Criatividade.
  6. Sua melhor desculpa não pode ser mais forte que seu desejo. O nome disso é Vontade.
  7. Não basta ter iniciativa. Também é preciso ter "acabativa". O nome disso é Efetividade.
  8. Se você acha que o tempo voa, trate de ser o piloto. O nome disso é Produtividade.
  9. Desafie-se um pouco mais a cada dia. O nome disso é Superação.
  10. Para todo "Game Over" existe um "Play Again". O nome disso é Vida.

Ética, Planejamento, Foco, Garra, Criatividade, Vontade, Efetividade, Produtividade, Superação e Vida. Que tal compartilhar e enriquecer esses valores com a sua equipe e receber na próxima semana, uma semana repleta de altas vibrações?

A dica é bem simples, comece imprimindo a figura do plano de trabalho com os dez passos com a sua equipe e não esqueça você também faz parte dessa equipe. Seja exemplo, seja o combustível, o propulsor.

19 de abril de 2018

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Uma das técnicas de avaliação mais defendida pelos gestores de equipes, a análise de perfil comportamental é o foco desta postagem - seja para você que já trabalha com esta ferramenta, aprofundar o seu estudo, ou ainda, para você que ainda não conhece, descobrir o que grandes gestores já estão praticando no seu dia a dia.

Isso mesmo! A avaliação de perfil comportamental possibilita através do teste, traçar um perfil a partir de um mapa comportamental que indica qual a dominância cerebral do indivíduo, e como estas preferências determinam os seus comportamentos, escolhas e valores.

Nesta possível análise do comportamento são traçados quatro modelos que indicam as características centrais de cada um dos perfis comportamentais, como: Idealização, Comunicação, Organização e Ação. Assim fazendo uma metáfora com alguns tipos de animais:

  • A águia é idealizadora
  • O gato é o comunicador
  • O lobo é o organizado
  • O tubarão é o executo
Um teste simples e fácil de colocar em prática, já quebra o primeiro paradigma daqueles antigos testes que eram complicados de executar, ou ainda, possuíam manuais complexos e muito subjetivos.


Seguem abaixo as perguntas que fazem parte da Avaliação de Perfil Comportamental:

(Perguntas + Análise Comportamental)

14 de abril de 2018

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Mão de obra qualificada é artigo raro nos dias de hoje e, encontrar perfis que preencham todas as exigências para o mercado de marketing e vendas, é ainda mais complexo e desafiador. A verdade é que contratar um profissional não é só difícil, é caro também. Uma contratação errada gera desgaste humano e financeiro para qualquer empresa. Por isso, é tão importante estar atento a alguns detalhes na hora de recrutar.

A primeira dificuldade, como dito anteriormente, é encontrar talentos. Algumas vezes, o RH interno das empresas encontra dificuldades nessa fase. Isso porque o departamento de recursos humanos lida diariamente com uma quantidade enorme de informações, vagas e necessidades internas dentro das empresas e ainda são responsáveis por toda a gestão de pessoas dentro de suas organizações.

Com tantos compromissos e responsabilidades, é praticamente impossível dispor do tempo necessário para se dedicar ao networking com cada um dos mercados que eles precisam recrutar e ainda fazer uma análise profunda dos candidatos. Para se ter uma ideia, em cada processo seletivo que realizamos chegamos a avaliar em média mais de 60 candidatos e, em alguns casos, dependendo da complexidade da vaga, números ainda maiores.

Além disso, encontrar o candidato ideal não é garantia de contratação. É preciso alinhar as expectativas entre empresa e profissional para que o “casamento” dê certo. Equilibrar expectativas é a cereja do bolo dos headhunters.

Como temos contato diário com o mercado de vendas e marketing, conseguimos perceber se a proposta está inflacionada ou deficitária, por exemplo. Muitas vezes, a empresa não tem conhecimento de quais são as faixas salariais praticadas pelo mercado, quais os benefícios ou mesmo os requisitos que estão sendo oferecidos e solicitados por outras companhias.

O grande diferencial de ser um especialista é justamente conseguir guiar o relacionamento para tornar a contratação justa para ambos os lados. Informação e experiência são fatores chave para tornar a contratação algo mais leve e tranquilo, além de aumentar consideravelmente as chances de retenção desses profissionais, já que eles aceitam propostas que estão de acordo com o que esperavam.

Uma outra dificuldade ainda maior é quando uma empresa precisa substituir um profissional que ainda está ocupando uma determinada vaga. Imagine que para trocar um gerente ou diretor, é necessário convidar candidatos do mercado para serem entrevistados dentro do prédio onde a pessoa que será substituída trabalha. É desconfortável para todos. Não ter um ambiente neutro pode ser um dos grandes empecilhos que tornam esse processo ainda mais lento e moroso. Uma consultoria especializada, por estar fora da empresa, tem muito mais autonomia nesses casos.

Em algumas organizações, o desafio pode ser de caráter técnico, em especial em indústrias. Além de ter que conhecer muito bem tecnicamente o produto do segmento, o candidato também precisa ter habilidade de vendas, algo que pode parecer um pouco óbvio, mas que muitas vezes é difícil encontrar essa aptidão em profissionais que atuam nesse setor.

Da mesma forma, quando pensamos na área de marketing, temos visto surgir uma série de novas profissões, principalmente no âmbito digital. Um exemplo disso são as vagas de Social Listening, Social Business Intelligence, Content Creator, Community Analytics, Insights, entre outras áreas que envolvem o mundo online.

Tais cadeiras são extremamente complexas, pois além de buscar reunir um público jovem e extremamente ambicioso, também demanda por aptidões técnicas, tais como conhecimentos em estatística, análise de dados, performance em Social Media, entre outras habilidades, que precisam ser adaptadas para a linguagem e as necessidades de marketing.

Com isso, outro papel importante do headhunter, principalmente nos casos de demandas por perfis de profissionais de mercados mais inflacionados ou de difícil atração, é ajudar o cliente a buscar opções de candidatos interessantes, em mercados similares. Isso ocorre tanto em posições de marketing, como em posições de vendas que tenham um alto nível de complexidade para encontrar talentos.

Artigo de Marcelo Olivieri, bacharel em psicologia e possui MBA em Gestão Estratégica. Com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, Olivieri é diretor da Trend Recruitment.

Fonte: Portal SEGS.

5 de outubro de 2017

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Aconteceu na última quarta-feira, dia 04 deste mês, no Novotel, o Encontro de Gestores de RH, evento realizado pela Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul) que realizou a sua sexta edição.

O objetivo foi estreitar os laços e o relacionamento entre a Cassems, as secretarias e os órgãos conveniados. O presidente da Caixa dos Servidores, Ricardo Ayache, realizou a abertura do evento ministrando uma palestra sobre a Rede Própria da Cassems. Além do presidente de Ayache, o encontro também contou com outros palestrantes como o capelão Edílson dos Reis, o gerente de RH da Cassems e presidente da Associação Brasileira de RHs em Mato Grosso do Sul, Luciano Coppini.

Também participaram os diretores da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, de Assistência à Saúde, Cléber Tejada de Almeida, do Jurídico, Denise Garcia Sakae, de Assistência Odontológica, e Jucli Stefanello, de Clientes. "Os gestores de recursos humanos dos órgãos conveniados são a extensão da Caixa dos Servidores, então, é essencial que haja essa aproximação entre nós. Nós estamos na sexta edição do encontro, então, a gente já pode dizer que ele já um evento esperado pelos gestores de Recursos Humanos de várias secretarias e órgãos", explicou Jucli. Ela ainda completa que sendo os setores de RHs tão importantes para estreitamento das relações entre Cassems e os servidores, essa aproximação é eficaz na prestação de melhores serviços.

3 de outubro de 2017

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Talvez um dos vídeos mais popularizados da internet na área motivacional, o vídeo Free Hugs (Abraços Grátis) possibilita uma verdadeira reflexão em nossa mente e ainda, planta uma semente de possibilidade de aproximação entre as pessoas.

Isso mesmo! O vídeo levará você a pensar que poderá iniciar uma campanha de distribuição de abraços gratuitos em seu local de trabalho, em sua casa e por onde você passar. Que tal? Você estaria preparado para abandonar seus preconceitos, paradigmas e ego para abraçar as pessoas sem pedir nada em troca?

Caso você também seja um gestor de recursos humanos, esse vídeo poderá ser o passo inicial para propor para a sua equipe um verdadeiro desafio: Abraços Grátis. Confira agora o vídeo e faça download dessa ideia na sua empresa:


PARA BAIXAR AGORA O VÍDEO, CLIQUE AQUI.