Profissional accountable: o novo perfil procurado pelas empresas


Em tempos de alta concorrência no mercado de trabalho, cada vez mais as empresas têm procurado funcionários considerados "completos". Além do diploma de graduação e do conhecimento de uma segunda língua, hoje em dia as companhias procuram e valorizam profissionais que possuam as chamadas competências pessoais. Proatividade, engajamento, resiliência e visão estratégica são apenas alguns exemplos de atribuições buscadas pelas organizações e é nesse quesito que entra a palavra accountability.

O termo, provindo da língua inglesa, tem sido uma das principais habilidades procuradas em um profissional pelas grandes empresas atualmente e uma das mais difíceis de ser encontradas. Mas o que é accountability? Quando traduzida para o português, a palavra encontrada é responsabilidade, que nos fornece dois significados. O primeiro deles remete ao sentido de designação da área de atuação, aquela pessoa que responde por alguma atividade ou resultado, como "João é responsável pelo jardim"; o segundo refere-se à atitude de assumir a responsabilidade por algo voluntariamente. E é nesse último que encontramos a melhor explicação para accountability.


Funcionários que chamem o dever e a responsabilidade para si (como algo que vem de dentro para fora), que saibam como resolver a situação ou problema do momento e, principalmente, que estejam dispostos a encarar as consequências de seus atos, ganham destaque nas organizações.

Pessoas accountable possuem um enorme valor para as organizações, pois são profissionais que cumprem a palavra, entregam o que prometem e assumem a responsabilidade voluntariamente. E estamos falando da responsabilidade como um comportamento intrínseco.

E quais as dicas para se tornar um profissional accountable? Não esperar as ordens virem de seus superiores, mas sim tomar as atitudes necessárias para resolver os problemas e assumir suas responsabilidades. É fundamental ter em mente que, para obter os resultados desejados, é preciso ir além do que é esperado. Inspirar-se, reunir energias e assumir o próprio papel na empresa são comportamentos que ajudam a encontrar melhores resultados e superar qualquer desafio que possa aparecer.

Artigo escrito por Johannes Castellano (diretor de gestão de pessoas na empresa de agroquímicos Adama).

Ele mantém no Youtube e no LinkedIn da companhia a coluna Minuto RH, que traz dicas e orientações sobre carreira e desenvolvimento profissional.

Um Chefe Ruim Pode Adoecer os Funcionários

"Para cerca de 75% das pessoas, os chefes são a maior causa de estresse no trabalho".
Muitos vão pensar que trata-se de apenas um título bem montado, com palavras de alto impacto. Mas, não é isso! O médico, escritor e Influencer Travis Bradberry publicou um artigo na rede social LinkedIn que apontou que um chefe ruim pode fazer tão mal para a saúde dos funcionários quanto fumar passivamente. E o pior, quanto mais tempo uma pessoa passar trabalhando para alguém que a deixa infeliz, maiores serão os danos para sua saúde mental e física.

Dados da Associação de Psicologia dos Estados Unidos, publicados no artigo da revista Quartz revelam que 75% dos trabalhadores americanos consideram seus chefes a maior razão de estresse no trabalho. Contudo, 59% dessas pessoas não largariam o emprego, mesmo infelizes.

Os dados mostram que as pessoas arrumam uma maneira de se conformar com seus empregos, e isso faz com que a decisão de pedir demissão e sair em busca por um ambiente de trabalho mais saudável seja ainda mais postergada.

Faz mais mal que cigarro

Muito impressionante também em relação a este assunto são as descobertas de pesquisadores da Harvard Business School e da Universidade de Stanford, ambas nos Estados Unidos. Os pesquisadores reuniram dados provenientes de mais de 200 estudos, e chegaram a conclusão que estresses simples e cotidianos no trabalho podem fazer tão mal a saúde como a exposição a quantidades consideráveis de fumaça do cigarro de outras pessoas.

A razão número 1 causadora de estresse no trabalho, o medo de ser mandado embora, pode aumentar em até 50% os riscos de problemas de saúde. Já um cargo que exige do funcionário mais do que ela/ele pode oferecer aumenta em 35% o risco para a saúde.

O que fazer?

Em muitos casos, os problemas com os superiores podem ser meramente caso de afinidade. Existem, contudo, muitos chefes realmente ruins por aí. Mas como saber em qual situação você se encaixa? Chefes ruins são geralmente verbalmente agressivos, narcisistas e podem até se tornar violentos. Frases típicas dos chefes ruins são: “Aqui nada funciona se eu não estiver por perto!”, “Nós sempre fizemos assim!” ou “Agradeça que você tem um emprego.”

Claro que não é fácil para ninguém largar o emprego e começar tudo de novo, mas a motivação para trabalhar de quem se encontra em uma situação dessas desaparece totalmente. Existem, contudo, algumas dicas para sobreviver essa fase de crise profissional:
  1. Faça uma lista de tarefas e objetivos para o seu dia de trabalho. Cada vez que completar algum item da lista, risque-os da lista. A sensação de ter conseguido realizar alguma coisa, mesmo em um ambiente hostil, vai te ajudar a seguir em frente.
  2. Desligue-se nos finais de semana. Não cheque emails, nem mensagens do trabalho. Passar um tempo sem pensar no trabalho pode te ajudar a recarregar as baterias.
Fonte: Linkedin

Crise Só Existe Para Quem Quer

Crise Só Existe Para Quem Quer
A minha inspiração para este novo artigo veio de um livro chamado Você pode Curar sua Vida de Louise Hay. Entre outras coisas, ele fala o quanto nossa mente é poderosa e que não utilizamos mais do que 30% de seu potencial. Se estamos onde estamos hoje, utilizando apenas 30% de nosso potencial total, imagine onde podemos chegar! Nem conseguimos imaginar uma coisa dessas! Mas conseguimos distinguir pessoas que vivem no marasmo, sempre reclamando de tudo e culpando a “crise” por não conseguirem ir em frente... de pessoas que batalham, tentam novas ideias, novos projetos..., que fracassam sim, mas no outro dia já estão de pé novamente prontas para recomeçar! O que define a realidade de cada um é a sua postura mental!


Por este motivo que venho afirmar que a “crise” só existe para quem acredita nela! Ela é uma realidade, porém só para aqueles que nela permanecem e acreditam nela. É algo temporário e precisamos continuar as nossas vidas nesse período, inclusive intensificando e diferenciando as nossas atitudes positivas. Além disso, se a crise é um momento de mudança, temos um novo cenário, um novo contexto que precisa ser conhecido, analisado e que demanda novas estratégias e atitudes. É um bom momento para se reinventar ou finalmente fazer aquilo que você realmente gosta e nunca teve coragem por comodismo ou por ter um emprego que pagava as suas contas...

Historicamente temos vários exemplos de empresas que surgiram ou cresceram em momentos de dificuldades pois souberam trazer propostas de valor alinhadas com o momento econômico.

Posso citar alguns casos como a GE, Revlon, Fedex que foram criadas em períodos de recessão, assim como Google e Amazon que aproveitaram as crises para ajustar seus negócios e alavanca-
los.

Por isso, pense em coisas que você gosta de fazer ou “leva jeito” para fazer e invista! Seja dono do seu próprio negócio ou associe-se a outra pessoa. Pense em alternativas, faça um curso preparatório, equipe-se com o que precisa e vá em frente! Para bons profissionais sempre há espaço, mas talvez tenhamos que mudar a nossa atitude em cenários como esse!

Autora: Leticia Domingues, Administradora, Especialista em Gestão de Recursos Humanos, atua há mais de 15 anos na área de RH. Atualmente gerencia a consultoria de RH – RHF Talentos na cidade de Pelotas/RS.

Frases Famosas de Henry Ford Para Você Trabalhar com a Sua Equipe


Assim como eu, acredito que você também já tenha ouvido falar sobre Henry Ford, um grande empreendedor norte-americano que nasceu no ano de 1.863 e foi o fundador da Ford Motor Company.

Lembro-me de estar lendo sobre sua trajetória, e em uma ocasião um repórter faz a seguinte pergunta: Como o senhor, sendo um rapaz pobre, de vida humilde, se tornou um senhor tão rico? E Henry respondeu: Desculpe-me, mas há um equívoco na pergunta, eu nunca fui um rapaz pobre, esta riqueza sempre esteve dentro de mim.

Henry Ford viveu até o ano de 1947, além de ficar mundialmente conhecido, ele foi o primeiro administrador e idealizador a implantar a linha de montagem em série na fabricação de automóveis. Outro grande legado, foram suas frases, que compartilharei com vocês, para trabalharmos em reuniões e treinamentos com as nossas equipes:

  1. O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência.
  2. Sei que metade da publicidade que faço é inútil. Mas não sei qual é a metade inútil.
  3. Não encontro defeitos. Encontro soluções. Qualquer um sabe queixar-se.
  4. O homem que empenha todo o seu trabalho e imaginação em oferecer por um dólar o mais possível, em vez de menos, está condenado ao sucesso.
  5. Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele.
  6. Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência.
  7. Um idealista é alguém que ajuda outro a ter lucro.
  8. Não é o empregador quem paga os salários, mas o cliente.
  9. Há um punhado de homens que conseguem enriquecer simplesmente porque prestam atenção aos pormenores que a maioria despreza.
  10. Questionar quem deve ser o chefe, é como discutir quem deve ser o saxofonista num quarteto: evidentemente, quem o sabe tocar.
  11. Não nos tornamos ricos graças ao que ganhamos, mas com o que não gastamos.
  12. Estar decidido, acima de qualquer coisa, é o segredo do êxito.
  13. Existem mais pessoas que capitulam do que pessoas que fracassam.
  14. Não encontre defeitos, encontre soluções. Qualquer um sabe queixar-se.
  15. O passado serve para evidenciar as nossas falhas e dar-nos indicações para o progresso do futuro.
  16. O melhor uso do capital não é fazer dinheiro, mas sim fazer dinheiro para melhorar a vida.
  17. O dinheiro é a coisa mais inútil do mundo. Não estou interessado nele, apenas nas coisas de que ele é apenas um símbolo.
  18. O fracasso é a oportunidade de começar de novo com mais inteligência e redobrada vontade.
  19. A única história que vale alguma coisa é a história que fazemos hoje.
  20. Até um erro pode revelar-se um elemento necessário a um feito meritório.
  21. Os obstáculos são essas coisas aterradoras que um vê quando aparta os olhos da sua meta.
  22. Os que renunciam são, em maior número, aqueles que mais fracassam.
  23. Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo.

Temas como sucesso profissional, sonhos, metas, aprendizagem com os erros, trabalho organizado, produtividade e muitos outros, são lidados com maestria por Henry Ford durante toda a sua vida.

Ebook: Aprenda a ser portar em uma Entrevista de Emprego

Ebook: Aprenda a ser portar em uma Entrevista de Emprego
Não sabe como se comportar na entrevista de emprego?

Profissional de Recursos Humanos com experiência em entrevista de emprego ensina como se comportar e se sair bem numa entrevista de emprego.

O que você vai aprender nesse e-book:
  • Como melhorar a sua empregabilidade
  • Como preparar um currículo de sucesso
  • Como descrever o perfil profissional
  • A importância da informação
  • Como entrar em contato com a empresa
  • Comunicação adequada
  • Conhecer as etapas de um processo de seleção
  • Como se comportar numa entrevista de emprego
  • E muito mais...

Você ainda vai ganhar, como bônus:
  • Modelo de currículo com exemplos sobre o preenchimento, com informações que realmente o entrevistador precisa ter em mãos
  • 7 Erros frequentes dos candidatos na entrevista de emprego
O autor é Ryan Freitas, um profissional de Recursos Humanos há mais de nove anos. É bacharel em Administração e pós graduado em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional.

No e-book ele mostra seu conhecimento com a vivência no processo de contratação de funcionários e o que aprendeu com os estudiosos da área.

Kit com 02 DVDs sobre Carreira e Sucesso


Uma super dupla! Pensada especialmente nos profissionais que buscam destaque, ou ainda, o material ideal para gestores ou líderes que trabalham com o treinamento e desenvolvimento de equipes. O kit para que está em busca de excelência.

Composto por instruções práticas para o desenvolvimento das habilidades e competências mais decisivas e promissoras para o sucesso. Para quem quer se destacar na multidão e conquistar seu espaço. E ainda, aconselhamento especializado, análises comportamentais e testes de auto-avaliação.

Produtora: Tríada
Duração de cada volume: 55 minutos

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DVD Como Influenciar Pessoas + Como Tomar Decisões com Ética e Naturalidade


Um super DVD para você que deseja mudar o rumo da sua vida profissional e pessoal. Isso mesmo! Training para assegurar o sucesso profissional, estar pronto para tomar decisões e ter a capacidade de influenciar pessoas.

Você terá um encontro especial com Andrea Lages, uma das trainers de coaching mais respeitadas e requisitadas do país. Com ela, você irá descobrir como alicerçar sua imagem profissional, alavancar sua carreira e, consequentemente, alcançar suas maiores metas.

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Mão de Obra Qualificada: Escassez ou Imaturidade das Empresas no Bom Aproveitamento dos Profissionais?


Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – em março deste ano foram geradas mais de dois milhões de vagas com Carteira de Trabalho assinada no país, o que permite dizer que há oferta! Atualmente a taxa de desemprego alcançou o índice de 10,9%, representando 11 milhões de desempregados, o que permite dizer que há mão de obra!

Diante destes dados, surgem as seguintes questões:

  1. Onde estão estas pessoas (pela dispersão geográfica elas podem estar em lugar diferente de onde há demanda)?
  2. Em que estas pessoas estão qualificadas?
  3. As empresas que reclamam da falta de mão de obra qualificada realmente tiram o máximo proveito da qualificação de seus funcionários?

Creio que das três questões, a que realmente possui maior importância e que contribui diretamente para o desenvolvimento de nossa economia é a terceira. Existe um direcionamento das pessoas certas para as atividades erradas e das pessoas erradas para as atividades certas.


O primeiro desperdício está ligado ao direcionamento de profissionais talentosos para atividades que não precisariam ser feitas, atividades que não agregam valor ao cliente ou ao negócio. O segundo desperdício, o do direcionamento das pessoas erradas às atividades certas está ligado à alocação de profissionais com qualificações acima ou abaixo das necessárias para as atividades que realmente devem ser feitas. Atividades que poderiam eventualmente ser executadas por um dos 11 milhões de desempregados que temos no mercado e que muitas vezes erroneamente rotulamos de "sem qualificação", mas que na verdade parte deles têm qualificação para outras atividades.

O problema de qualificação de mão obra no mercado existe, não há como negar, mas não podemos nos esquecer que temos também o problema de gestão na alocação da mão de obra qualificada que temos. Se alocarmos as pessoas certas (qualificadas) para as tarefas certas (que exijam sua qualificação) certamente minimizaremos os impactos da falta de mão de obra qualificada no mercado.

A qualidade dos recursos humanos é, indiscutivelmente, uma das principais causas de sucesso ou fracasso de uma empresa. Apesar disso, alguns empreendimentos contratam e selecionam o funcionário pensando no salário mais baixo que irão pagar.

Essa política permite economia no curto prazo, mas implica, em médio prazo, no aumento de custos por causa de baixa produtividade, falta de qualidade, ausências e pequeno tempo de permanência do funcionário. Alguns empresários acreditam que o treinamento e a capacitação dos funcionários é um desperdício, pois quando o empregado sair da empresa o valor investido será perdido. Na verdade, o resultado de um funcionário capacitado compensa o valor investido em sua capacitação mesmo com pouco tempo de produção.

Até uma empresa pequena deve estabelecer um processo de recrutamento, seleção e capacitação dos funcionários com mais cuidado do que geralmente é feito. Ele deve ser focado em encontrar a pessoa mais capacitada para a vaga, conforme o perfil necessário.



Autora: Leticia Domingues, Administradora, Especialista em Gestão de Recursos Humanos, atua há mais de 15 anos na área de RH. Atualmente gerencia a consultoria de RH – RHF Talentos na cidade de Pelotas/RS.

Como Devo me Portar em Uma Entrevista de Emprego?


Para alguns parece um assunto "clichê". Para outros parece "receita de bolo" que todos sabem fazer, mas a verdade é que, em minha grande experiência com recrutamento e seleção, já vi candidatos experientes e com ótimos currículos serem mal avaliados devido ao seu comportamento durante a entrevista! O excesso de confiança ou a falta dela são fatores que influenciam de forma negativa aos olhos de qualquer recrutador.


Neste artigo, quero contribuir com dicas para você que está buscando o seu "lugar ao sol" no mercado de trabalho. Mercado esse que está cada dia mais concorrido e com processos de seleção com cada vez mais candidatos. Quanto mais e melhor preparado você estiver, mais chances de conseguir a sua sonhada vaga você terá!

  • Conheça a empresa. Procure informações sobre os produtos ou serviços, porte, nacionalidade e cultura. Dessa forma você vai poder mostrar que realmente conhece e tem interesse em trabalhar lá. Para um recrutador não há nada mais frustrante do que ouvir um candidato dizer que não sabe nada da empresa ou que não teve tempo de pesquisar sobre ela.
  • Pense nas contribuições que você levou para as empresas que trabalhou anteriormente. Com certeza o recrutador vai questionar sobre isso e você deve mostrar segurança em suas colocações. Se pensar sobre isso e treinar antes ficará bem mais fácil demonstrar segurança.
  • Nunca se atrase e nem chegue muito antes da hora. Um atraso demonstra irresponsabilidade e chegar muito antes da hora demonstra que você não está habituado a cumprir horários, além de denotar um certo “desespero” que não será favorável.
  • Tome cuidado com a sua vestimenta. Procure usar roupas com tons sóbrios e de estilo discreto. Evite o uso de decotes, maquiagem carregada, peças transparentes, saias muito curtas ou acessórios com muito brilho (para as mulheres). Evite o uso de camisetas, bonés, bermudas ou tênis esportivos (para os homens).
  • SEMPRE desligue o seu celular! Já presenciei candidatos parando a entrevista para atender telefonemas e ficarem conversando como se o recrutador não estivesse ali! Não preciso dizer que isso é totalmente desfavorável, não é?
  • Seja simpático com todos. Desde o porteiro do prédio, até o próprio recrutador, pois as pessoas vão comentar sobre você e suas atitudes devem mostrar coerência. Fale sempre olhando nos olhos do recrutador. Isso demonstra segurança e veracidade.
  • Jamais fale mal de um antigo empregador seu. Esse comportamento demonstrará que você não possui ética e que poderá fazer a mesma coisa com seu próximo empregador.
  • Demonstre coerência nas mídias sociais. Pode estar certo de que o recrutador vai dar uma “espiadinha” nos seus perfis de redes sociais, por isso vale a recomendação de pensar antes de postar qualquer coisa. Já vi candidatos afirmarem que não bebiam e postarem inúmeras fotos com copos de cerveja ou outras bebidas. Já vi também candidatos colocarem postagens reclamando de seu salário atual ou dizendo como é difícil acordar cedo para trabalhar, que odeiam segunda-feira, etc.
  • Por último: Nunca pense em mentir, o recrutador é uma pessoa treinada para pegar esses deslizes, ele faz isso o dia inteiro!

Espero realmente ter ajudado com essas dicas. Tenha em mente que ninguém é perfeito, nem você, nem o mais competente profissional da face da terra! Pense que você fez o seu melhor e que se não foi dessa vez, outra oportunidade melhor virá! Tenha fé e boa sorte!

Autora: Leticia Domingues, Administradora, Especialista em Gestão de Recursos Humanos, atua há mais de 15 anos na área de RH. Atualmente gerencia a consultoria de RH – RHF Talentos na cidade de Pelotas/RS.

INFOGRÁFICO GRÁTIS: Motivação - A Vontade Que Se Transforma em Ação


Olá pessoal, tudo bem? Hoje quero compartilhar aqui com vocês, um material que achei muito interesse e até já imprimi e compartilhei no mural aqui do escritório.

INFOGRÁFICO GRÁTIS: Motivação - A Vontade Que Se Transforma em Ação

Publicado pelo site "Vivo Mais Saudável", este material é muito interessante, que salienta 05 ítens fundamentais que são inflados quando estamos motivados. Confira comigo, os 05 ítens:

  1. O córtex pré-frontal e o orbito frontal são ativados e o cérebro identifica  oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
  2. Circuitos cerebrais detectam no ambiente, condições necessárias para a realização.
  3. O poder de foco da atenção no que se está fazendo e na meta a ser conquistada é o diferencial dos que alcançam o sucesso.
  4. Atividade física ajuda a configurar um cérebro motivado e muito mais apto às habilidades de raciocínio.
  5. Alimentação saudável também contribui para manter a todo vapor as funções cerebrais.

Mantenha-se sempre motivado e motive outras pessoas

  • Desenvolva sua força interior.
  • Busque sempre o equilíbrio emocional
  • Tenha como exemplo pessoas que também enfrentam dificuldades.

03 Dinâmicas de Quebra-Gelo Para (Novas ou Velhas) Equipes


Olá, tudo bem? Você sabia que "quebrar o gelo" da equipe também é uma das muitas missões dos gestores nas empresas? Pois é, pensando nisso, estou trazendo para você 03 dinâmicas de grupos da categoria quebra-gelo que funcionam muito bem e são famosas entre os gestores e líderes de equipes:

DINÂMICA DE QUEBRA-GELO 01: Apresentação Com Uma Bolinha

Objetivo: Apresentação, integração, quebra-gelo.
Tamanho do grupo: até 30 participantes.
Material: 1 bolinha (pode ser até mesmo de papel)
Tempo: Considera-se um minuto para cada participantes.

Desenvolvimento: O facilitador explicará que todos deverão se levantar e o primeiro a pegar a bolinha deverá se apresentar, dizendo o nome, o que faz na empresa e qual sua melhor qualidade e depois passar a bolinha para outra pessoa, sem deixar cair e assim sucessivamente. Não diga nada aos participantes, mas após o último se apresentar, peça para que façam o caminho inverso com a bolinha e que o antecessor fale o nome, o que faz na empresa e a qualidade da pessoa a quem ele vai devolver a bolinha. Essa dinâmica é muito boa para quebrar o gelo e também sensibilizar os participante sobre a importância de ouvir as pessoas. Muitas vezes estamos tão preocupados com o que devemos fazer (nossas tarefas) que esquecemos das pessoas que estão a nossa volta.

DINÂMICA DE QUEBRA-GELO 02: Despertador do Sono

Objetivo: Despertar a turma, espantar o sono.
Tamanho do grupo: até 30 participantes.
Material: Nenhum

Desenvolvimento: Depois das apresentações dos participantes, feita no inicio da reunião/treinamento, combine com eles que : Durante o treinamento você utilizara uma palavra e quando disser está palavra, todos deverão executar algo! A palavra é TERREMOTO, e quando você falar TERREMOTO, todos devem trocar de lugar e os dois últimos a trocarem de lugar deverão pagar um "mico" lá na frente de sala...cantar uma música, recitar um poema, dançar....etc. Diga que é uma forma descontraída de fazer com que os "dorminhocos" da turma acordem, sem ter que chamar a atenção de ninguém...

DINÂMICA DE QUEBRA-GELO 03: A Caixa do Medo

Objetivo: Aprender a superar os medos e desafios
Material: Um chocolate ou bombom, um pedaço de papel escrito "coma o chocolate", uma caixa e papel para embrulho.
Objetivos: Essa dinâmica serve para nós percebermos o quanto temos medo de desafios, pois observamos como as pessoas têm pressa de passar a caixa para o outro, mas que devemos ter coragem e enfrentar os desafios da vida, pois por mais difícil que seja o desafio, no final podemos ter uma feliz surpresa/vitória.

Desenvolvimento: Explique aos participantes que você colocará uma música e enquanto estiver tocando, eles devem ir passando a caixa de mão em mão (não vale jogar). Dentro da caixa têm uma ordem que deverá ser cumprida por aquele que ficar com a caixa quando a música parar. Faça um suspense, diga que a ordem a ser cumprida não é tão fácil assim, que outros já tentaram e não conseguiram, que para muitas pessoas pode ser constrangedor, etc, etc... Fique de costas para o grupo e coloque a música para tocar, espere um tempo e então pare a música. Veja com quem ficou a caixa e peça para vir a frente da turma para executar a ordem. Caso a pessoa não queira cumprir "a ordem", tudo bem, faça mais uma rodada até que seja contemplado alguém que tenha coragem para "pagar o mico". Quando a pessoa concordar em "pagar o mico" terá uma grata surpresa ao abrir o embrulho: encontrará um chocolate e uma ordem escrita "coma o chocolate" e então todos pensarão consigo mesmo "poxa...podia ter sido eu".

Espero que você tenha curtido e use bastante essas dinâmicas. Caso tenham outras dinâmicas de quebra-gelo, podem colocar abaixo nos comentários para que possamos trocar ainda mais atividades. Abraços e boa semana!

As 20 Perguntas Campeãs das Entrevistas de Emprego


Ter um bom currículo é de fundamental importância, afinal é com ele que você consegue ou não uma entrevista de emprego. Mas é a conversa com o recrutador é que vai realmente definir se aquela oportunidade profissional será sua. Como explica Raphael Falcão, gerente da Hays, não existe certo e errado sobre o que dizer na entrevista. "Não há receita de bolo, a gente tenta contextualizar o tamanho e a complexidade dos projetos dos quais os profissional participou", diz.


Tranquilidade para responder às perguntas e uma memória afiada, pronta para recuperar fatos e informações sobre a sua trajetória profissional, são cada vez mais essenciais para se sair bem na entrevista. Isso porque um novo tipo de seleção tem se tornado cada vez mais comum, contam os recrutadores. "O que está na moda agora é a entrevista com foco em competência", diz Fabiane Cardoso, coordenadora Nacional de Qualidade da Adecco Brasil. O objetivo deste tipo de entrevista é avaliar a presença de diferentes competências – necessárias para o exercício do cargo que será preenchido - nos candidatos. Estas qualidades comportamentais (que podem ser capacidade de liderança, foco em resultado, e trabalho em equipe, por exemplo) são levantadas a partir de respostas a perguntas que evoquem situações pontuais na vida profissional do candidato.

"Quando a entrevista é por competência a resposta precisa estar muito bem estruturada. É algo real e não hipotético. O recrutador quer saber qual a situação vivida pelo profissional, qual o papel desempenhado por ele e qual foi resultado atingido a partir desta ação", explica Lucila Yanaguita, sócia da Search. Segundo ela, as pessoas ainda não estão acostumadas com este tipo de entrevista e tendem a ser muito genéricas nas respostas.

Confira então quais são as perguntas mais recorrentes atualmente, na opinião dos três especialistas em recrutamento consultados por EXAME.com, qual o objetivo dos entrevistadores e como se preparar para responder cada uma delas:

01 POR QUE VOCÊ ESCOLHEU ESTA CARREIRA?

É uma das primeiras perguntas que podem aparecer, diz Falcão. "O objetivo é entender se a escolha foi algo que veio de família, ou se é uma vocação dele", diz Raphael Falcão, gerente da Hays. Trazer interesses que o levaram a trilhar esse caminho profissional e aspectos da sua formação são oportunos neste momento, diz o especialista.

02 FALE SOBRE SUAS EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORES

Com intenção de saber um pouco mais do que o exposto no currículo, recrutadores geralmente pedem que candidatos descrevam as atribuições e funções em cargos ocupados por eles. De acordo com Lucila, é bastante comum que as pessoas serem muito detalhistas e começarem a relatar as experiências profissionais desde o início. "O passado é importante, mas quando se trata de um profissional com mais de 10 ou 15 anos de profissão, o que conta mais para aquela oportunidade é a experiência mais recente, dos últimos 5 ou 6 anos", diz.

03 O QUE VOCÊ CONSTRUIU NAS EMPRESAS E CARGOS PELOS QUAIS PASSOU?

A intenção da pergunta é verificar o que foi marcante para a carreira do entrevistado e quais foram os projetos mais importantes dos quais participou. Segundo Falcão, é interessante que o sucesso das empreitadas seja quantificado de alguma forma. "Cada segmento quantifica de um jeito, então pode ser em volume financeiro, ou em eficiência, por exemplo, mas o importante é provar isso de alguma forma", diz o especialista em recrutamento.

04 QUAIS FORAM AS MOTIVAÇÕES PARA AS MUDANÇAS NA SUA VIDA PROFISSIONAL?

Com as informações sobre a trajetória profissional, o recrutador quer entender o que motivou cada mudança de cargo e empresa. "A gente percebe que os ciclos nas empresas estão mais curtos", diz Falcão. "É importante que o profissional traga fatos reais que o impulsionaram em cada mudança", diz Falcão. "As pessoas dizem que foi uma oportunidade, mas o que vale é trazer para a conversa o que de fato significou essa oportunidade", diz Lucila.

Por exemplo, um convite para trabalhar em uma empresa com o dobro do faturamento anual, oportunidade de ocupar um cargo com mais responsabilidade, um convite de um ex-chefe para uma função de maior expressividade. "Assim a gente consegue avaliar qual o critério utilizado", diz Lucila. Apresentar a questão financeira como única e exclusiva fonte de motivação não cai bem. "É hipocrisia dizer que o dinheiro não conta, a gente sabe que ele faz parte do pacote, mas às vezes ocorre movimento por uma quantia financeira não tão relevante", diz Falcão. "A questão salarial é importante, mas quero ouvir mais", diz Lucila.

05 QUAL O MOTIVO DO DESLIGAMENTO DA EMPRESA?

Se entre as mudanças na trajetória profissional há demissões, é raro o recrutador não querer saber o motivo. "Não existe discriminação em relação à demissão", lembra Falcão. O que está sendo avaliado, explica o especialista, são os motivadores. "As pessoas em geral respondem que houve uma reestruturação. A gente sabe que isso ocorre, mas os candidatos devem valorizar o que de fato aconteceu", diz Lucila.

Em outras palavras, esteja preparado para dizer a razão pela qual você foi o escolhido e não outra pessoa. "O candidato deve explicar o que estava em jogo que fez com que ele fosse desligado da empresa e não outra pessoa", diz Lucila.

06 COMO FOI O SEU PIOR DIA DE TRABALHO?

Essa é uma pergunta frequente nas chamadas entrevistas por competência, explica Fabiane. O objetivo aqui é descobrir como o candidato age em situações adversas. "Quando a pessoa relata o fato surgem outras perguntas como, por exemplo, o que você fez mediante esta dificuldade", explica Fabiane. É o conteúdo da vivência profissional do candidato que vale neste momento.

Neste caso não há resposta mais certa do que a outra, explica a coordenadora de qualidade da Adecco. "As pessoas só não podem se esquecer de que estão sendo avaliadas", diz Fabiane. Por isso, cuidado para não expor uma situação que comprometa a sua imagem.

07 DÊ UM EXEMPLO DE UMA SITUAÇÃO EM QUE VOCÊ TENHA SE ESFORÇADO, ALÉM DO NORMAL, PARA ATINGIR UM RESULTADO

O comprometimento do candidato com o trabalho fica evidente a partir da resposta a esta pergunta, que também é um exemplo de entrevista com foco em competência. "Ele vai ter que buscar na sua vivência um momento da carreira que tenha precisado dar um gás para atingir um resultado", diz Lucila. Ou seja, é a partir desta situação real que o comprometimento e o envolvimento daquela pessoa com a empresa e o trabalho vão ser avaliados.

08 QUAIS FORAM OS PRINCIPAIS DESAFIOS QUE VOCÊ ENFRENTOU?

Mais uma vez a intenção é avaliar as atitudes do profissional. "Neste caso ele terá que apresentar uma situação que ele tenha vivido e que tenha sido extremamente desafiadora do ponto de vista profissional", diz Fabiane. O "pulo do gato" para se sair bem em uma entrevista neste estilo é a maneira como as vivências são apresentadas, porque é certo que cada candidato vai trazer uma resposta diferente. "As pessoas precisam praticar antes de participar de uma entrevista com foco em competência porque é necessário pensar na trajetória profissional", diz Fabiane.

09 A EMPRESA PARA QUAL VOCÊ TRABALHAVA FAZIA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO? COMO VOCÊ SE SAIU?

A questão levantada com esta pergunta é o foco do candidato em resultado. O recrutador quer saber se ele entregava os resultados esperados pela empresa. Se a pessoa não conseguiu atingir as metas, é preciso estar preparada para explicar os motivos que o impediram. "O recrutador também vai querer saber o que ele fez durante a trajetória para reverter a situação, se comunicou ao superior direto de que não conseguiria entregar o que foi combinado ou se deixou para avisá-lo apenas no dia da avaliação", diz Fabiane.

10 VOCÊ SE LEMBRA DE ALGO QUE TENHA ACONTECIDO QUE TENHA SIDO UM OBSTÁCULO PARA REALIZAR UMA TAREFA?

Obstáculos aparecem diariamente e é importante, na visão dos recrutadores, entender como as pessoas agem (ou reagem) nesses casos. "Além de explicar qual era o obstáculo, o candidato deve contar o que ele fez para solucionar a questão, se comunicou rapidamente o superior sobre problema", explica Fabiane.

11 CITE UMA SITUAÇÃO EM QUE PERCEBEU ALGUMA PESSOA QUE TRABALHAVA COM VOCÊ PRECISANDO DE AJUDA

Proatividade e trabalho em equipe são as competências reveladas a partir da resposta a esta questão, diz Fabiane. "Para medir estas qualidades o recrutador vai querer saber quando e como percebeu que o colega de trabalho estava precisando de ajuda, o que você fez, como ajudou", explica a especialista.

12 COMO VOCÊ SE MANTÉM INFORMADO?

Um bom profissional procura estar sempre atualizado, principalmente no que diz respeito ao seu segmento de atuação. "A intenção dessa pergunta é identificar o foco e o interesse do candidato na sua área", diz Fabiane. Se você citar algum veículo de comunicação, alerta Fabiane, esteja pronto para comentar uma reportagem que tenha lido.

13 JÁ OCUPOU CARGO DE LIDERANÇA?

Essa é uma pergunta da qual surgem outros questionamentos, explica Fabiane. "O recrutador vai querer saber se essa pessoa já foi responsável pelo treinamento de algum funcionário e como foi o seu desempenho", diz. O que está em jogo é o sentido de aprendizado que o candidato tem, conta a especialista em recrutamento

14 CONTE UMA SITUAÇÃO EM QUE VOCÊ TEVE QUE CONVIVER COM UM CHEFE OU COLEGA DE TRABALHO DIFÍCIL

A capacidade de separar questões pessoais de questões profissionais está sendo avaliada na resposta do candidato a esta pergunta, diz Fabiane. A partir da classificação que a pessoa faz do que é um chefe ou um colega de trabalho difícil também é possível identificar as chances que ela tem de adaptar bem à equipe.

15 COMO ERA SEU RELACIONAMENTO COM SEUS COLEGAS DE EMPRESA?

De acordo com Falcão, o interesse, além de investigar a capacidade de adaptação, é saber um pouco da postura do entrevistado no ambiente corporativo. "Dá para perceber que tipo de ambiente ele prefere trabalhar a partir desta pergunta", diz o gerente da Hays.

16 COMO É O SEU CÍRCULO FAMILIAR?

As perguntas mais pessoais trazem informações importantes sobre possibilidade de viajar, de se mudar para trabalhar em outra cidade, explica Falcão. O que o recrutador quer saber é se o estilo de vida daquele profissional está alinhado com a oportunidade em questão. "Nosso objetivo é encontrar projetos que tenham a ver com aquela pessoa", diz Falcão. "O interesse, quando são feitas as perguntas pessoais, é perceber aspectos que poderiam interferir no desemprenho do profissional", diz Lucila.

17 COMO VOCÊ ENXERGA A QUESTÃO DA MOBILIDADE?

Para posições que exijam viagens, esta é uma pergunta que evidentemente vai aparecer. Mas lembre-se de que a resposta vai ser confrontada com outras respostas ao longo da conversa com o recrutador.
"Não adianta a pessoa dizer que tem disponibilidade total para se mudar, se já respondeu que a mulher é funcionária pública o que torna uma mudança de cidade mais complicada", diz Falcão. "Se a família não vai junto, a gente sabe que haverá um desgaste a curto prazo", diz Lucila.

18 POR QUE VOCÊ ESTÁ AVALIANDO ESTE NOVO EMPREGO?

Para esta pergunta, diz Lucila, geralmente as pessoas soltam aquelas respostas padrão. São elas: "porque é um novo desafio" ou ainda "é uma chance de crescimento". Destaca-se quem tem mais clareza do que quer, na opinião dela. "O candidato deve trazer o motivo que faz com que aquela oportunidade valha a pena", diz Lucila. Ter a chance de assumir uma equipe, conhecer outras áreas de dentro do mesmo segmento, aumentando seu escopo de atuação profissional, são alguns exemplos que tornam mais real a motivação para a conquista daquela oportunidade de carreira.

19 POR QUE TRABALHAR NESTA EMPRESA É IMPORTANTE PARA VOCÊ?

A resposta do candidato pode revelar o interesse real naquela empresa e o que o candidato sabe sobre ela, explica Lucila. É possível também perceber até que ponto a pessoa conhece e está alinhada com a cultura da empresa.

20 O QUE SERIA UM PROJETO IDEAL PARA VOCÊ?

Esta é uma versão daquela clássica pergunta o que dá brilho em seus olhos, já bem difundida em entrevistas de emprego. "Pergunto aos candidatos: no mundo ideal o que você gostaria de ter", conta Falcão.

O candidato deve estar pronto para dizer qual o estilo de gestão ideal, qual a cultura organizacional que mais tem a ver com ele. "A sinceridade e ter histórias comprovadas para contar é que contam a favor. A pior entrevista é aquela em que é o entrevistado chega com frases prontas", diz Falcão.

Fonte: Exame.com

A Dificuldade em Encontrar Candidatos Preparados


Trabalho a alguns anos com recrutamento e seleção e venho observando que a cada dia que passa os candidatos estão se preparando cada vez menos para as vagas ofertadas. Sabemos que hoje o país atravessa uma crise financeira que está afetando todas as áreas e que a busca por uma colocação no mercado de trabalho nunca esteve tão acirrada. Mas em contraponto a isto tudo, verifico que os candidatos vêm se mostrando cada vez menos preparados para enfrentar a busca tão difícil por uma colocação!

Me parece que existe um certo "desespero" levando todos à uma corrida desenfreada sem olharem se estão com o combustível ou com os equipamentos necessários para conseguir percorrer todo o percurso. Eu diria que o item ou equipamento mais importante nesta corrida é o currículo. Este documento é o cartão de visitas do candidato, é através dele que os recrutadores tomam conhecimento das experiências e vivências de cada um e também é através dele que as portas se abrem, ... ou não... Como recrutadora vejo tantas barbáries ao triar currículos para uma vaga em questão que até é difícil de acreditar. Recebo currículos sem dados básicos de identificação, como telefone de contato, idade, endereço... Currículos com erros de português grosseiros, onde se constata que não tiveram nenhuma revisão no momento de sua confecção. Currículos sem data de entrada e saída das empresas trabalhadas, ou então currículos com muita informação, chegando a ter quatro ou cinco páginas. Questões como essas geralmente fazem com que o recrutador elimine o candidato na primeira triagem.

Um bom currículo é aquele que traz as informações necessárias de maneira completa e clara, de forma a facilitar ao leitor a compreensão do seu objetivo profissional. Os candidatos precisam entender que muitas vezes recorrer a um serviço de revisão deste documento feita através de profissionais qualificados, não é um custo e sim um investimento, pois pode estar ali o detalhe entre a sua contratação ou não!

Autora: Leticia Domingues, Administradora, Especialista em Gestão de Recursos Humanos, atua há mais de 15 anos na área de RH. Atualmente gerencia a consultoria de RH – RHF Talentos na cidade de Pelotas / RS.

Sua Carreira é Um Emprego


Olá pessoal do Blog Gestão em Recursos Humanos, tudo bem? Como vocês tem passado a semana? Hoje quero compartilhar um material com você (que recebi hoje cedo no meu email) de uma empresa que admiro muito - Runrun.it e esse colunista escreveu no blog algo bem interessante, confiram comigo:
Em uma apresentação sobre como fazer networking, Márcia Arcoverde, headhunter, disse que "a carreira é um emprego". E ela tem toda a razão. Imagine que você está empregado em uma empresa e que, para fazer seu trabalho, deve visitar certo número de clientes, apresentar bem seu produto, fazer uma proposta e vender. O que acontecerá, se você faltar ou for negligente em uma dessas etapas? 
Bem, o resultado é que a venda exigirá um enorme gasto de energia, levará mais tempo que o desejado ou, o que é mais provável, não ocorrerá. 
O maior problema que as pessoas encontram em suas profissões é que, independentemente do número de horas dedicadas ao trabalho, elas gastam 100% do seu tempo mental com a empresa que as emprega. Com isso, quando são demitidas, geralmente, não têm a quem recorrer, porque passaram muito tempo sem visitar os potenciais “clientes” de suas carreiras – pessoas que poderiam contratá-las ou indicar oportunidades. E, como não veem essas pessoas regularmente, sentem-se constrangidas em contatá-las nessas ocasiões. 
Em algum momento do seu dia, você terá de tomar café da manhã, almoçar ou jantar. Use esses momentos para cuidar da sua carreira. Mesmo aqueles que fazem networking de maneira virtual, em redes como o LinkedIn, não possuem um grande número de pessoas que estão um ou dois níveis acima do seu cargo. Esquecem-se de que são os diretores que contratam gerentes, e que são presidentes que contratam os diretores.
Portanto, não adianta ter uma grande rede formada exclusivamente por pangarés. A qualificação de seus contatos é importante.
 
Afinal, é seu emprego e sua carreira que estão em jogo. Faça um diagnóstico de sua rede periodicamente, com essa perspectiva em em mente. Por último, aceite mais convites para eventos e faça o esforço útil de conhecer e encontrar-se com mais pessoas. Afinal, como você vai vender seu produto principal, ou seja, você mesmo, se não estiver presente no mais importante mercado de todos: a memória de seus potenciais empregadores? Ser lembrado também é fundamental. Você tem comparecido ao seu emprego?

Um artigo de Silvio Celestino (colonista do blog Runrun.it).

Boas Técnicas de Motivação Para Você Aplicar na Sua Equipe


Olá, tudo bem? Hoje vamos falar um pouco sobre motivação de equipes. Assim como eu, acredito que você também já tenha percebido o quanto o impulso motivacional pode levar a sua equipe (e você) ao sucesso.

Boas técnicas motivacionais devem ser postas em prática para que uma empresa consiga motivar e engajar seus funcionários e, depois de apresentar os conceitos defendidos por uma das empresas com o maior índice de empregados satisfeitos no mundo, The Motley Fool, explicaremos como tais ações devem funcionar na prática.

De acordo com algumas pequisas realizadas no mercado internacional, 3 em cada 4 funcionários de empresas não gostam ou não se sentem atraídos a desenvolver suas funções de trabalho (isso mesmo, você não leu errado). Tendo isso em mente, a aplicação de técnicas de motivação se torna de extrema importância, e as causas da falta de engajamento por parte dos empregados são os pontos em que o RH deve se focar na hora de desenvolver seu planejamento, pois, é justamente nessas causas, que podem ser encontradas as soluções para a maioria dos problemas.

Que tal fornecer um bom salário?

O fornecimento de salários confortáveis para os funcionários é o item que encabeça a lista de prioridades e, feito isso, deve se prestar atenção na relação dos funcionários com a missão e os propósitos da corporação. De acordo com CEO da The Motley Fool, Tom Gardner, definir valores e "comunicá-los" aos funcionários é um erro comum em empresas de grande porte.

A recomendação nesse caso é deixar que cada funcionário colabore, individualmente, com o que acredita ser um valor importante para seu trabalho na empresa, e essa não é uma tarefa difícil. Permitindo que o funcionário compartilhe suas idéias de propósito com a corporação, ele se sente mais motivado a produzir, já que passa a ter suas idéias como parte dos valores da empresa, interessando-se ainda mais nos resultados do trabalho como um todo.

Relacionamento também é um bom ponto a ser discutido

A definição de equipes de trabalho que se dão bem e gostam de trabalhar uns com os outros é outro fator importante entre as técnicas de motivação, e se houver a identificação de indivíduos que não se encaixam bem nessa dinâmica, uma rescisão com benefícios maiores que o esperado pode ser uma boa saída para manter uma equipe motivada.

Dessa maneira, a empresa promove mais condições para que o funcionário que não se encaixa busque novas oportunidades com mais conforto, ao mesmo tempo em que mantém a sinergia das equipes de trabalho que funcionam bem.

E se, você desafiar a sua equipe de trabalho?

Propor novos desafios constantemente é outra ação eficaz para a motivação de funcionários, já que, boa parte dos mais de 70% insatisfeitos com suas funções têm a rotina como causa dessa desmotivação. Consultar os empregados para saber em que tipo de projetos gostariam de trabalhar e que tipo de desafios os atraem é a solução para este problema, pois, com projetos especiais, os funcionários se sentem com mais desejo de realizar tarefas, enxergando a rotina de trabalho de outra maneira.

Como funciona os horários e tarefas no seu setor?

A flexibilidade de horários e a liberdade dos funcionários durante o trabalho é outro ponto primordial para promover o engajamento. Pesquisas realizadas em diversas corporações que adotaram esse tipo de ação mostraram resultados positivos, incluindo o aumento de produtividade e de motivação por parte dos empregados.

Segundo Tom Gardner, o futuro das técnicas de motivação em empresas está no fim das regras que determinam horários de trabalho, períodos de férias e ausência por doença; já que funcionários com maior liberdade trabalham melhor e se sentem mais confortáveis no ambiente de trabalho. Ainda de acordo com o CEO, quem não tem tempo para conhecer seus funcionários não consegue dar-lhes liberdade; e sem liberdade os funcionários não são respeitados devidamente.

Lembrando dos bons e velhos bônus semanais

Bônus e os reconhecimentos financeiros também fazem parte da lista de técnicas de motivação, no entanto, são menos importantes que os demais fatores – tendo em vista que os funcionários que buscam recompensas financeiras, na maioria das vezes, não têm planos a longo prazo dentro das empresas, buscando resultados rápidos e que não garantem permanência nem comprometimento com a corporação.

DICA EXTRA: Que tal formarmos alguns comitês?

A formação de comitês para garantir grupos que trabalhem bem em conjunto, ações que desafiem funcionários e a liberdade de escolha em relação a horários de trabalho para os empregados é um ponto indispensável no planejamento da área de recursos humanos que visa o engajamento e a motivação de equipes.

Fazer um Curso de Recursos Humanos


Olá, tudo bem? Como vocês estão? Entre os diversos emails que recebo aqui dos leitores do Blog Gestão em Recursos Humanos, um assunto que tem se tornado recorrente, foi sobre os cursos oferecidos na área de RH.

Não posso deixar de agradecer pelas visitas e dezenas de emails que recebo toda semana. Meu agradecimento especial, pois sem vocês o blog não existiria. Hoje vamos conversar um pouco sobre esse assunto e trocar uma ideia sobre a especialização na área de recursos humanos.

Nós já sabemos que a área de Recursos Humanos é a área responsável pela administração e o desenvolvimento dos colaboradores de uma organização. Ela que determina as atividades como a seleção de novos funcionários para vagas em aberto, o acompanhamento funcional, ela que promove as avaliações de desempenho, indicando pontos fortes e pontos que precisam ser melhorados. Ela também organiza as ações educacionais corporativas para a melhoria da força de trabalho, apoia os empregados em eventuais dificuldades em sua vida extra organizacional. Administra a carteira de benefícios, isto é, plano de saúde, auxílio doença, auxílio alimentação etc. Além disso, o profissional é responsável pela construção e administração do plano de cargos e salários, bem como se ocupa do controle da folha de pagamento, entre outras atividades. (Como vocês já devem ter percebido, é um bocado de coisa).

Cada organização planeja e monta o seu setor de Recursos Humanos de forma a atender suas necessidades. Os profissionais como administradores, psicólogos, assistentes sociais, de relações públicas e pedagogos são os mais frequentemente encontrados conduzindo as ações deste setor. Outros profissionais também podem ocupar funções nesta área como engenheiros e advogados.

Sendo assim, é possível dizer que muitas vezes profissionais formados em outras áreas estão atuando num contexto que deveria ser propriamente dito do gestor em recursos humanos (o que infelizmente não é a realidade das nossas organizações aqui no Brasil). Desta forma, quero aproveitar a finalização desta postagem para fazer um pedido aos profissionais que já trabalham na área, que busquem se especializar no assunto, busquem cursos EAD, tecnólogos ou outros dos quais possam entender e aperfeiçoar seus conhecimento sobre recursos humanos.

Para que possam atuar de forma mais verdadeira e eficaz, ou ainda, liderar equipes de colaboradores com maestria. Saibam que ser um bom gestor de recursos humanos é algo totalmente ligado ao quanto você realmente gosta e estuda sobre tal assunto. Desejo sucesso e ótimos estudos!

Vídeo Motivacional - Seu Nome Será Lembrado?


Esse vídeo traz uma das cenas mais excitantes e famosas de Leonardo Di Caprio no filme "Tróia", onde forma corajosa e audaciosa, o personagem principal Áquiles é chamado para uma luta brutal entre dois reinos.

No momento em que um garoto vai chamar Áquiles para o duelo, o mesmo fala sobre o aspecto do inimigo, e nesse momento, o público é levado a refletir sobre a tomada de decisão perante os desafios do nosso dia a dia. Que por mais que pareçam, ou ainda, que nos digam para desistir, existe uma necessidade de agir ao contrário, de enfrentar e vencer os desafios.

"Se você não enfrentar os desafios, o seu nome não será lembrado!"

Da mesma forma que um reino inteiro deposita suas expectativas em um único homem, as organizações apostam seu sucesso em seus líderes e colaboradores. Então pergunto à você: O Seu Nome Será Lembrado?


Férias e agora? Como gerenciar as férias dos colaboradores?


Organizar os dias de férias dos funcionários é mais que uma obrigação dos gestores, é uma ferramenta importante para a rotina da empresa, pois ajuda a manter a equipe motivada e trabalhando de maneira eficiente.

Para o empresário, evita eventuais problemas decorrentes da desorganização, como ter que pagar férias dobradas. Evitar o passivo trabalhista é um grande motivo para gerenciar bem o cronograma de férias dos funcionários, mas também é muito importante para que haja transparência diante de todos — e para que esse período não acabe se tornando estressante para ambos os lados.

Quer aprender a gerenciar os dias de férias na sua empresa? Acompanhe o artigo!

Elaborar planilhas
Elaborar planilhas é a maneira mais fácil de coletar e registrar todas as informações necessárias e visualizá-las de maneira rápida quando for preciso. Na planilha, pode ser feito um cronograma e o controle de todas as solicitações feitas. Dessa maneira, é possível verificar a viabilidade de um funcionário tirar férias em determinado período ou se a equipe vai ficar muito defasada e será necessário escolher dias diferentes.

A empresa precisa seguir a legislação, mas é ela quem define quando o funcionário sairá de férias. Portanto, é possível recusar um pedido desde que não fuja da política.

Disponibilizar informações
O funcionário precisa saber de que maneira a empresa trabalha com esta questão e quais são os períodos possíveis para solicitar as suas. É muito importante que eles saibam com antecedência, por exemplo, quais são os dias de festas da empresa, se há recesso durante o Natal e Ano Novo, etc.

É preciso deixar claro também que as solicitações precisam ser feitas com um determinado período de antecedência e que os pedidos feitos fora do prazo podem não ser aceitos. Com essa transparência de informações, evitam-se surpresas desagradáveis.

Planeje os dias de férias dos funcionários
Quanto maior o número de funcionários, maior a necessidade de saber com antecedência quando cada um sairá de férias. Mas mesmo as pequenas empresas devem pedir que os colaboradores entrem com o pedido de 3 a 5 meses antes para que seja possível se preparar para dar a cobertura correta para aquelas épocas em que muitas pessoas saem de férias.

Tenha uma política de férias da empresa
Essa é uma dica que ajuda bastante a empresa a organizar os dias de férias de seus funcionários. Existem as exigências da legislação trabalhista brasileira, mas a empresa tem certa autonomia para criar algumas regras próprias. Elas devem ser escritas em algum tipo de documento, como um manual, e disponibilizadas aos funcionários para evitar dúvidas e interpretações diferentes.

Cuidado com os períodos de pico de férias
Muita gente prefere tirar férias para emendar as festas de final de ano, como Natal e Ano Novo, ou também para aproveitar o verão e o recesso escolar (no caso de quem tem filhos). Mas deve haver um limite de pessoas ausentes nesses períodos para que a empresa não sofra uma defasagem grande demais.

Para solucionar essa questão, deixe claro que a prioridade será dada aos primeiros que fizerem a solicitação. Dessa maneira, o setor de RH pode se organizar antecipadamente.

Gerenciar bem os dias de férias dos funcionários é algo que toda empresa precisa fazer, independente do tamanho. Isso evita problemas como passíveis trabalhistas, estresse e falta de motivação da equipe.

Gostou do artigo? Tem alguma dica para gerenciar melhor esta questão? Conte para nós aqui nos comentários!

Processo de contratação pode ser perda de tempo


Vale a pena ler (postagem especial que encontrei e trouxe especialmente para vocês aqui do Blog Gestão em Recursos Humanos):
Em tempos de crise e de otimização de tempo, custos e resultados, alguns dados costumam ser mais que contundentes. Segundo levantamentos internos, feitos com departamentos de Recursos Humanos (RH), 70% do tempo do profissional de Recrutamento e Seleção é ocupado procurando, triando e agendando entrevistas com candidatos. O percentual acima é alto, principalmente, se pensarmos em empresas com alta rotatividade e que precisam selecionar mais de 100 candidatos novos por semana.

O tempo do profissional de RH, gasto com esse filtro e seleção, deveria (e poderia) ser utilizado em campanhas de clima e em outras atividades em prol da manutenção dos funcionários. Mas, não. O seu tempo é geralmente quase que todo dedicado para encontrar o candidato perfeito para vaga. E que muitas vezes depois sairá da empresa em menos de seis meses, tornando ainda mais complicada a questão, pois o profissional precisará repetir todo o processo de novo: definir o escopo da vaga, publicar e postar a vaga, receber os currículos, selecionar os candidatos mais aptos para a entrevista, entrevistar o profissional, escolher o candidato mais adequado, iniciar o processo de contratação, receber o novo funcionário e treinar o novo colaborador. Se descrever o processo nessas linhas já parece exaustivo, imagine na prática.

Hoje, com o advento do georecrutamento e a quantidade infindável de ferramentas que auxiliam na busca do profissional mais adequado para vagas, é quase um erro insistir em processos morosos e pré-históricos. Contratar utilizando geolocalização vai acabar com um problema futuro do RH ao escolher o candidato: a rotatividade. A questão da rotatividade sempre será um tema presente nos departamentos de Recursos Humanos, por isso, as companhias precisam começar a pensar em como reter o profissional.

Não basta apenas aumentar o salário, é preciso definir novos parâmetros de empregabilidade e retenção. A questão da distância ganha destaque cada vez mais, principalmente agora, em um mundo conectado em que muitas coisas estão a um clique de distância. Precisamos saber olhar os dados, tanto implícitos como explícitos, pois eles ajudam o RH a tomar melhores decisões.

Os números mostram que algumas escolhas trarão benefícios não somente para o RH, mas para a empresa como um todo. Por exemplo, optar por um profissional que reside próximo à empresa pode gerar uma economia de até sete (7) vezes o salário da posição. Essa economia se refere aos custos da demissão em si, do custo em recrutamento, em perda de produtividade enquanto não chega o novo funcionário, e até que ele esteja 100% produtivo. É hora de começar a pensar em novas formas de selecionar e contratar.

Fonte: Maxpress Net

PARA BAIXAR - O modelo ideal de currículo para o seu perfil profissional


Escolher um bom currículo que vá favorecer as suas características profissionais, é talvez, um dos maiores desafios das pessoas que se encontram na fila de candidatos por todo o país. O portal Exame, publicou com maestria a resposta dessa questão, e claro que nós do Blog de Gestão em Recursos Humanos não podemos deixar de trazer essa super seleção especialmente para você.

Saiba que a primeira função de um bom currículo é instigar o recrutador a chamá-lo para uma entrevista de emprego. Já, a segunda função é servir como roteiro da conversa na etapa presencial do processo seletivo. E em qualquer um destes dois momentos, o currículo pode abrir ou fechar as portas de uma oportunidade de trabalho, segundo Lucas Nogueira, gerente sênior da Robert Half.

"Fique atento para não cometer erros gramaticais, de digitação ou de informação, que podem causar má impressão. Não minta, pois, se o recrutador descobrir, provavelmente, ficará em dúvida sobre a veracidade dos demais dados no currículo", diz o especialista.

Objetividade também é regra geral do bom currículo: duas páginas bastam até para o mais experiente dos profissionais. O ideal é deixar algumas informações para conversar durante a entrevista e surpreender positivamente o recrutador, segundo Larissa Meiglin, assessora de carreira da Catho. "É importante saber selecionar o que vai entrar no currículo de modo a chamar a atenção do recrutador", diz ela.

Para ajudar profissionais, selecionamos modelos para diferentes perfis e fases de carreira. Escolha, nas fotos, o que melhor se adapta ao seu contexto profissional e baixe os modelos nos links.

Estudantes

Por que usar este modelo? O formato é indicado para candidatos a estágio e/ou primeiro emprego. A recomendação é de Lucas Nogueira, gerente senior da Robert Half. Aqui, todo o destaque vai para a formação acadêmica - o elemento que mais interessa aos recrutadores de estudantes ou profissionais em sua primeira aventura no mercado de trabalho.

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Estagiários

Por que usar este modelo? Esta é outra boa opção para quem está começando sua trajetória profissional. Segundo Telma Mantovani, diretora de transição de carreira da STATO, o diferencial deste modelo é o destaque para área de interesse, formação e idiomas. "No campo de informações adicionais pode constar trabalho voluntário, uma possível porta de entrada para empresas que tenham uma área de responsabilidade social forte", diz Telma.

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Trainee

Por que usar este modelo: No campo resumo das qualificações há espaço para falar sobre as aptidões e as habilidades adquiridas e adequadas à área de interesse. Graduação e vivências internacionais podem justificar as competências, além de experiências profissionais. "É neste campo que o profissional vai vender o seu peixe e explicar por que deve ser contratado para o cargo", diz Larissa Meiglin, assessora de carreira da Catho. Muitas vezes o trainee já tem alguma experiência. "Pode não ser relacionada à área, mas mesmo assim é um diferencial", diz Larissa. No campo experiência profissional vale colocar experiência em empresa júnior e trabalhos informais, desde que haja um contato para referências.

Erros comuns, segundo a especialista, ocorrem na especificação do nível de proficiência, que deve ser ancorada em testes formais e também no campo de vivência internacional. “ Muitas pessoas querem contar toda a história da experiência no exterior. O ideal é apenas mencionar brevemente a escola ou a empresa, o país, o período e deixar para conversar na entrevista”, diz.

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Estagiário ou trainee

Por que usar este modelo: para apostar na objetividade. Enxuto, este modelo dá mais destaque à formação acadêmica e ao domínio de idiomas, posicionados à frente do campo de experiência profissional. Para trainees há a possibilidade de destacar cursos de pós-graduação e especializações realizadas.

Também há espaço para valorizar atividades extracurriculares como trabalho voluntário, organização de eventos na universidade, cursos e participação em workshops.

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Posições iniciais

Por que usar este modelo? Se você está começando a sua trajetória profissional, esta disposição das informações é a mais indicada para você, segundo Francis Nakada, consultor da Produtive. Isso porque o modelo ajuda a explorar estágios, intercâmbios, cursos complementares, eventos e palestras - tudo que possa já indicar uma possível área de interesse do jovem candidato. Informações adicionais, como trabalhos voluntários, também têm espaço garantido neste template. É importante: os recrutadores costumam usar esses dados para verificar se o perfil do jovem profissional está alinhado à cultura da empresa.

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Posições iniciais - 2

Por que usar este modelo? Assim como o anterior, este formato é ideal para quem ainda não conta com uma trajetória muito extensa. A configuração é ideal para jovens profissionais porque facilita a visualização das habilidades técnicas e comportamentais, o grande recurso do candidato nesse nível. A recomendação é de Lucas Nogueira, gerente sênior da Robert Half.

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Analista

Por que usar este modelo: Profissionais que pleiteiam posições de analista normalmente têm alguma experiência, mas a formação acadêmica e as responsabilidades técnicas ainda são diferenciais aos olhos do recrutador.

Se você se enquadra no perfil, este modelo é vantajoso por dar mais espaço para o passado acadêmico e experiências técnicas do que para os resultados. A indicação é de Telma Mantovani, diretora de transição de carreira da STATO.

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Especialista ou gestor júnior

Por que usar este modelo? De acordo com Francis Nakada, consultor sênior de carreira da Produtive, este template vale para quem está formando sua identidade profissional, isto é, começa a direcionar sua carreira para uma determinada área.

Este formato de CV é adequado para essa fase porque tem foco na especialização do profissional, geralmente orientada à sua área de interesse. O modelo também põe em destaque a execução de atividades, além de informar as atribuições e responsabilidades em cada cargo, bem como certificações e cursos relevantes.

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Gerente

Por que usar este modelo: para dar destaque, no resumo das qualificações, para o que de mais peso adquiriu na sua trajetória profissional. “Estas informações serão as primeiras lidas pelo recrutador”, diz Larissa Meiglin, assessora de carreira da Catho. Sobre experiência profissional, a especialista indica que sejam informados os 10 últimos anos ou as 5 passagens por empresas mais recentes. "O restante é opcional, pode fazer uma breve menção pata destacar uma promoção, ou uma ascensão rápida", diz Larissa.

Outra dica da assessora de carreira da Catho é que caso a idade do profissional seja omitida, é melhor omitir também o ano de conclusão dos cursos de graduação. "Esta é uma dúvida frequente", diz. Pretensão salarial, para currículos neste modelo para impressão, só deve entrar no currículo se for uma exigência. "Não se coloca a pretensão para dar margem de negociação no momento da entrevista", diz.

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Gerente - 2

Por que usar este modelo? Neste patamar, o currículo deve evidenciar pontos como experiências de liderança, responsabilidades, resultados e evolução da carreira. De acordo com Telma Mantovani, diretora de transição de carreira da STATO, a seção de idiomas também merece destaque no CV para o nível de gerência, sobretudo se há a intenção de trabalhar numa empresa multinacional.

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Gerente/ diretor

Por que usar este modelo: para destacar pontos fortes e realizações profissionais. A consultoria indica que o candidato informe o que há de mais relevante logo após os dados pessoais. De acordo com a equipe da FLOW, este modelo pode ser utilizado também por gerentes e diretores. Para estes profissionais, é importante destacar que a experiência profissional é mais relevante do que a formação acadêmica, por isso a ordem do modelo deve ser invertida.

Outro ponto importante é em relação ao domínio de idiomas. Se não é um ponto forte, melhor deixar a informação no fim do currículo. No campo cursos extras e/ou certificações, formações básicas como Pacote Office não devem entrar no currículo de profissionais que buscam cargos de liderança.


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Gerente/diretor 2

Por que usar este modelo? Este tipo de CV combina com o momento da consolidação profissional de um executivo. “Nessa hora, é importante que o currículo deixe de transmitir tantas informações da rotina operacional e passe a enfatizar outras questões”, diz Francis Nakada, consultor sênior de carreira da Produtive.

Por isso, o foco aqui está nos dados gerenciais, como budget, faturamento, gestão de equipe (direta ou indireta), relatórios e estruturação de projetos. Também vale a pena destacar resultados, como redução de custos e otimização da receita, além de explicitar as áreas que já estiveram sob a sua responsabilidade.

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Muita experiência

Por que usar este modelo? De acordo com Lucas Nogueira, gerente senior da Robert Half, este formato é mais adequado para quem que já acumulou diversas vivências profissionais e acadêmicas. A principal vantagem do modelo, diz Nogueira, é permitir agrupar as diversas passagens do candidato em blocos. “É uma forma organizada, clara e objetiva de mostrar a sua ampla experiência”, explica ele.

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CEO

Por que usar este modelo? O currículo do CEO normalmente é enxuto e objetivo, pois o executivo que alcançou esse patamar não precisa se apegar a longas descrições, afirma Francis Nakada, consultor sênior de carreira da Produtive. A sugestão do especialista é destacar as principais ações que trouxeram impacto para a empresa, tais como histórico de fusões ou aquisições, estratégia e planejamento de negócios e resultados.

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CEO / Gestão geral

Por que usar este modelo? Outra alternativa para presidentes de empresa é este modelo, ainda mais enxuto. Aqui as atividades desempenhadas pelo profissional se concentram no resumo do currículo. O objetivo é evitar repetições, já que as responsabilidades exercidas nas últimas empresas em que o executivo trabalhou podem ser um pouco parecidas, explica Telma Mantovani, diretora da STATO.

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CEO / Diretor de negócio

Por que usar este modelo? O currículo de um presidente é bastante peculiar, diz Telma Mantovani, diretora da STATO. A ênfase deste formato vai para realizações e entregas importantes. "Entende-se que o executivo já tenha passado por experiências em diversas áreas, então é muito comum que o documento tenha apenas uma página", diz a especialista.

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Carreira acadêmica

Por que usar este modelo: para destacar a formação e as realizações acadêmicas, além de títulos e experiência relacionada ao ensino. O modelo está disponível no Office 2013. O fio condutor do documento é a cronologia das formações (graduação, mestrado, doutorado), títulos e experiências profissionais.

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Como formar equipes que vão sobreviver a Quarta Revolução Industrial?


Publicado ontem no portal Computer World, uma super matéria com o título: Como direcionar a carreira para sobreviver à Quarta Revolução Industrial? A postagem bateu picos de acesso e foi o destino de muitos curiosos que estão buscando entrar ou manter-se no mercado de trabalho que anda cada vez mais competitivo e modernizado.

Completamente de acordo, o Blog Gestão em Recursos Humanos decide colocar uma vírgula no especial do CW e perguntar aos seus gestores: Como formar equipes que vão sobreviver a Quarta Revolução Industrial?

Pois bem, vamos juntos buscar esta resposta. Podemos salientar que muitos jovens encontram-se confusos quanto ao seu futuro, e isso não deixa de refletir em nossas equipes de trabalho, ou ainda, nos eternos processos de recrutamento e seleção que buscam atingir o candidato perfeito. Por um lado, os jovens estão confiantes nas novas tecnologias, já por outro, estão divididos economicamente em relação às chances de carreira e insatisfeitos com sua atual educação profissional.

Um levantamento conduzido pela agência de pesquisa independente Future Foundation, ouviu cerca de mil jovens por país, com idades entre 16 e 25 anos, entre a Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. No geral, os entrevistados em todos os países pesquisados entendem o papel que a TI desempenhará em suas carreiras e a necessidade de aumentar suas próprias habilidades, há uma clara disparidade em confiança técnica e oportunidades de emprego entre países de economias desenvolvidas e emergentes.

A pesquisa realizada identificou que os jovens reconhecem o papel das habilidades com tecnologia para assegurar boas oportunidades na carreira, com uma clara maioria tantos nos países emergentes (74% na Índia e 71% na China) como nas economias desenvolvidas (60% na França e 59% no Reino Unido), declarando que os temas de ciências da computação são ferramentas de aprendizado essencial. Em economias emergentes, como a China e o Brasil, 68% dos entrevistados estão preocupados que a falta de habilidades em tecnologia torne cada vez mais difícil para os jovens avançarem em seus propósitos de carreira.

Isso, em parte, pode oferecer motivação para os jovens buscarem as habilidades técnicas que precisam, mas buscamos aqui traçar uma linha paralela, referente a situação atual de nossas organizações - atualmente você pode afirmar se a sua empresa encontra-se modernizada de acordo com esta "era digital"?

De acordo com alguns estudos realizados, milhares de organizações brasileiras, encontram-se atualmente na era "jurássica", utilizando sistemas antigos e inadequados, estratégias vazias e baseadas em pensamentos econômicos que buscam lucrar acima de qualquer custo.

Embarcar neste pensamento é como ir contra à tudo aquilo que você aprendeu e vivenciou em sua faculdade, curso ou especialização. Isso mesmo! As empresas hoje buscam candidatos modernos, atualizados, com diversas habilidades inovadoras, mas infelizmente não olham para os seus "umbigos" e não percebem que também precisam modernizar-se.

Formar equipes que vão sobreviver e ter sucesso nessa era digital, é o fator principal que irá diferenciar organizações que terão crescimento e sucesso, daquelas que irão ficar patinando em mais um ano da famosa "crise".

Os mercados emergentes também têm acelerado investimentos em educação e cursos da era moderna, impulsionando uma boa turma de jovens a entrarem no mercado de trabalho de forma revolucionária.
A força de trabalho de amanhã também entende que, como a tecnologia elimina cada vez mais tarefas rotineiras, eles precisarão buscar o aprendizado contínuo para desenvolver novas habilidades e focar em inteligência emocional, que os computadores não estarão aptos a realizarem. Nesse contexto, o aprendizado é uma jornada para a vida toda.

Evidenciado todas as novas regiões que estão sendo buscadas nessa nova formação de equipes, o papel da comunicação, da capacidade de se relacionar e da habilidade de resolução de problemas em ambientes de trabalho modernos e orientados à tecnologia estão no topo. Enquanto o desempenho acadêmico foi votado como prioridade entre 50% (África do Sul) e 36% (Alemanha), comunicações, aprendizado e resolução de problemas no trabalho foi muito mais votado. Habilidades em comunicação foram votadas entre 86% (Austrália) e 79% (Brasil), enquanto o aprendizado dentro do trabalho foi votado entre 85% (Brasil) e 76% (Alemanha).

Saiba que no geral, essa turma de jovens (futuros candidatos) já estão conscientes que a Quarta Revolução Industrial irá impulsionar uma série de forças disruptivas no mercado de trabalho: da próxima geração de Internet das Coisas e Big Data até ambientes de trabalho que serão drasticamente modificados pela automação, inteligência artificial e tecnologias similares. A juventude de hoje já entendeu que precisa ser diferentemente ágil, aberta ao aprendizado e capaz de operar em ambientes globais para criar uma carreira duradoura. A pergunta que fica é: E a sua empresa, já está consciente disso?

Fonte: Portal Computer World

Como trabalhar o vídeo motivacional Desafiando Gigantes com a sua equipe?


Trabalhar com vídeos motivacionais, sempre foi uma grande estratégia para a maioria dos gestores do Brasil e do mundo. E claro, que nós do Blog Gestão em Recursos Humanos concordamos e apoiamos essa ideia. Pois, sabemos que através de um bom vídeo de motivação, você poderá trabalhar e desenvolver com a sua equipe, valores e percepções de forma dinâmica e descontraída.

Estamos trazendo nessa postagem especial, um material (vídeo de motivação) que é muito utilizado nas mais diferentes organizações, seja em momentos de reuniões, de treinamentos, ou ainda, naquelas horas de trocas de experiências e conversas inspiradoras, que buscam mostrar a importância do papel das pessoas que fazem parte das equipes.

Um trecho do filme de grande sucesso “Desafiando Gigantes” é o campeão neste assunto. Isso mesmo, uma excelente ferramenta para trabalhar liderança, estratégia e força infinita. O trecho em especial, mostra o trabalho motivacional do técnico (coach) Grant Taylor com um desacreditado aluno. O que ocorre neste vídeo é um dos melhores momentos do filme e que está bem de acordo com o subtítulo do filme: “Nunca Desista. Nunca Volte atrás. Nunca perca a fé.”

A sinopse do filme “Desafiando Gigantes” de 2006, se refere a história de Grant Taylor (interpretado por Alex Kendrix) que, em seis anos como técnico de futebol americano de uma escola, nunca tinha conseguido levar o seu time, o Shiloh Eagles, a uma temporada vitoriosa. Porém, ao enfrentar crises profissionais e pessoais aparentemente insuperáveis, a ideia de desistir nunca lhe pareceu tão próxima. Somente depois que um visitante inesperado o desafia a acreditar no poder da fé que ele descobre a força da perseverança para vencer.

Profissionais que têm conhecimento e experiência no comando de equipes (e isso inclui nós, os gestores), são bastante procurados no mercado organizacional quando incluem em suas práticas de gestão a habilidade de “Coach” em seus métodos de trabalho, pois líderes com este perfil estão muito associados a profissionais que conseguem atingir metas através do desenvolvimento de pessoas.

Espero que você goste do vídeo e não deixe de trabalhá-lo com a sua equipe:


Você também pode BAIXAR AGORA o vídeo motivacional Desfiando Gigantes. Para realizar o download GRÁTIS basta preencher o cadastro abaixo e realizar o download.

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